Como surgiu a ideia do projeto - "Edições Pirata, o Filme"

Em 2019 um grupo de produtores culturais integrantes de um Ponto de Cultura do Recife (Cultura Nordestina) organizavam um evento literário, em comemoração do 40º aniversário do primeiro lançamento coletivo do Movimento Edições Pirata. A AFA Filmes recebeu o convite para fazer o registro documental. Depois de uma breve pesquisa, e, de uma volta àquela história, aceitamos. A ideia seria a realização de uma série de eventos ao longo do segundo semestre daquele ano, incluindo a programação na Bienal do

Paulo Lins (Diretor) e Costa Neto (Diretor de Fotografia)

Livro, dentre outros, culminando na exibição do documentário no dia 17 de agosto, que aconteceria num determinado ponto central do bairro de Casa Forte.


Talvez o grupo literário, proponente - Ponto de Cultura - não sabendo muito bem do grau de dificuldades no âmbito de uma produção cinematográfica, nos apoiasse na organização da captação de recursos para o filme.

Assim, elaboramos estratégias, entre Vaquinhas e Editais, buscas por parceiros e a produção de um Curso de Cinema Documentário, proposto pela


produtora AFA Filmes em parceria com a Bacurau Filmes e a ONG Moinhola.

O curso iniciou no Campus Derby da Fundação Joaquim Nabuco, conquistando no processo, parcerias importantes na integração do projeto, dentre apoiadores; produtores do meio audiovisual, empresas participantes, a exemplo do Grupo - Diário de Pernambuco - que cederam locações importantes para a complementação de cenas restantes do filme.



Equipe de audiovisual do projeto revisando cena.

O projeto foi interrompido pela pandemia Covid – 19, durante os meses de março e dezembro de 2020. Neste ínterim, foi aprovado no Edital da Lei Aldir Blanc que contemplou a Edição / finalização, do documentário.

“Eu diria que - Edições Pirata, o Filme - é um documento / cinematográfico - metalinguagem, que paira entre aspectos da história do Movimento Edições Pirata (Literário) em transposição de linguagem (Cinema Verdade) audiovisual”. Conduzido, ora por imagens, pelas vozes dos autores piratas, ora por entrevistados no que parece ser um diálogo, ora por inserções de imagens passíveis de representações ficcionais por pesquisadores, num clima de “cinema verdade”.


Pretendemos retomar, nos próximos meses, o circuito de exibição do cinema nacional e internacional para mostrar o essencial em nossa cultura; a nossa própria história.


9 visualizações0 comentário